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SEIS ANOS APÓS INÍCIO, OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA FIOL NO OESTE DA BA NÃO CHEGAM A 30% DO PREVISTO


As obras de construção da Ferrovia Oeste Leste (FIOL), que começaram em 2011, ainda não chegaram a 30% do previsto para os lotes do oeste da Bahia, seis anos após início das obras. A informação é da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes, responsável pelo empreendimento. Ainda segundo a empresa, a construção não foi concluída por falta de verbas.





A Fiol vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Conforme o projeto, serão 1.526 km de extensão. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em FIOL 1 (Ilhéus/ Caetité) e FIOL 2 (Caetité/ Barreiras).


Dos 12 lotes da obra, oito passam pela Bahia, sendo três deles na região oeste, onde a ferrovia é uma esperança para o escoamento de grãos. Conforme a Valec, aprevisão do custo total da ferrovia na Bahia é de R$ 6,4 bilhões. Os outros cinco lotes se dividem entre as cidades de Caetité, no sudoeste do estado, e Ilhéus. Nesse trecho, a obra já chegou a 71,8% do total.

No canteiro de obras no oeste da Bahia, muitas máquinas e tratores estão parados. O trabalho feito na região tem sido de terraplanagem e compactação do solo. Em 2011, quando a ferrovia começou a ser construída, mais de 500 funcionários trabalhavam no local, enquanto hoje só tem 100.

Em 2013, em um seminário de lançamento da Ferrovia, em Barreiras, a Valec e o governo do estado anunciaram que a obra toda estaria pronta em 2014. Contudo, com a falta de dinheiro, a obra praticamente travou e o ritmo de construção foi diminuindo.

O término da construção do lote sete, que possui 160 Km de extensão e passa por São Desidério, Barreiras e Santa Maria da Vitória, estava previsto para agosto deste ano. Contudo, apenas parte da terraplanagem foi feita e, mesmo assim, segundo a empresa responsável, o serviço não passa de 23% do previsto.

Quando concluída, a FIOL deve reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo. Quanto ao mercado interno, segundo a Valec, a ferrovia deve provocar estímulos, à medida que oferecerá custos menores para as trocas dos produtos regionais.

A Fiol é uma obra do Governo Federal, e o Governo da Bahia é agente fomentador do processo de concessão da ferrovia. Por meio de nota, o governo da Bahia informou que vem trabalhando no sentido de mobilizar e encontrar soluções para continuar as obras na Bahia.

Transporte dos grãos

Sem a construção da ferrovia, todos os anos um comboio de caminhões passa por Barreiras, em direção ao Porto de Cotegipe, em Aratu. Só na última safra, segundo a Polícia Rodoviária Federal, por dia saíram da cidade do oeste da Bahia dois mil caminhões levando mais de quatro toneladas de soja que foram exportadas para países como China e Estados Unidos.

G1 BA
SEIS ANOS APÓS INÍCIO, OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA FIOL NO OESTE DA BA NÃO CHEGAM A 30% DO PREVISTO SEIS ANOS APÓS INÍCIO, OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA FIOL NO OESTE DA BA NÃO CHEGAM A 30% DO PREVISTO Reviewed by Redação Mural do Oeste on terça-feira, outubro 10, 2017 Rating: 5

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